SBT estreia Amor e Revolução

 

RESUMO PARA VOCÊ ENTENDER A TRAMA

 

 

 

Fonte:http://www.redenoticia.com.br/noticia/2011/resumo-dos-proximos-capitulos-da-novela-amor-e-revolucao/34269

 

 

 

Resumo dos próximos capítulos da novela Amor e Revolução – o SBT divulgou no resumo dos próximos capítulos da novela Amor e Revolução que Homens encapuzados chegam, começam a atirar e jogam bomba no local. Em Amor e Revolução, novela do SBT, resumo do capítulo 01, terça-feira, 05 de abril – é 1964 e Nina Madeira está em esconderijo na mata com jovens e fala sobre a Revolução no Brasil. Eles discutem sobre a política brasileira. Homens encapuzados chegam, começam a atirar e jogam bomba no local. Nina consegue fugir pela mata, mas uma jovem é morta. José Guerra vai reconhecer o corpo da jovem, que é sua namorada Cléo. O delegado Aranha e o inspetor Fritz prometem encontrar os culpados. Desolado, José Guerra recebe o apoio da família. José diz ao pai, o General Lobo Guerra, que vai vingar a morte de Cléo. Maria Paixão faz discurso no qual apoia a reforma agrária no país. Thiago e Lúcia, pais de Maria, assistem às notícias na TV sobre uma possível Revolução no Brasil. Em esconderijo no sítio, Jandira e Batistelli falam a respeito dos preparativos para a luta armada. Eles discutem sobre os ideais de liberdade e igualdade. Jandira diz que vai lutar ao lado de Batistelli. José Guerra conta ao pai, o General Lobo Guerra, que as notícias sobre o golpe militar correm pelo país. Na redação do Jornal, Thiago, Dra. Marcela, Marina e Mário conversam sobre o caos político que o Brasil se encontra. Os quatro falam sobre o poder da imprensa numa época tão obscura. José diz ao irmão, Filinto, que prefere romper com o pai e o irmão a participar do golpe militar. Maria Paixão comunica à família que vai para o Rio de Janeiro participar de uma Assembléia ao lado de estudantes. A jovem quer lutar por seus ideais. O General Lobo Guerra pede ao filho, José Guerra, que também vá ao Rio de Janeiro à paisana para apurar informações sobre o Movimento Revolucionário Brasileiro. No Jornal, Dra. Marcela recebe telefonema anônimo sobre ameaça de bomba. Nina conta a Duarte o que passou na mata. Ela está em pânico, pois foi a única sobrevivente da chacina. Artistas do grupo de teatro prometem combater o golpe militar. O Coronel Demóstenes é assassinado pelo Tenente Telmo. O General Lobo Guerra acoberta o crime. O sítio em que Jandira e Batistelli estão escondidos é cercado por policiais. Jandira foge e Batistelli troca tiros com os militares. Considerados subversivos, Carlo e Odete planejam fuga da cidade. O casal despede-se das filhas Alice e Lara. Fritz, um militar torturador, persegue o casal. Mário e Maria Paixão estão na Assembléia da UNE. José Guerra chega à paisana e diz para os estudantes sairem do local, pois o policiais cercaram o prédio. Maria e José se encontram pela primeira vez. José a protege de bomba de gás lacrimogêneo. O Delegado Aranha fecha o cerco contra Batistelli, que consegue se esconder. Fritz captura Carlo e Odete e os algema. As filhas do casal são levadas pelos militares. Jandira é perseguida na mata pelos policiais, que estão fortemente armados. O Jornal recebe confirmações de morte por telefax de vários lugares do Brasil. Filinto leva as garotas Lara e Alice, filhas de Odete e Carlo, para sua casa. Carlo e Odete são levados para a sala de tortura.

Em Amor e Revolução, novela do SBT, resumo do capítulo 02, quarta-feira, 06 de abril – José Guerra conta a Maria Paixão e Mário que os militares venceram e que Jango fugiu. Maria diz que nunca vai deixar de resistir. Odete e Carlo passam a ser torturados psicologicamente para revelar o que sabem. Jandira e Batistelli se reencontram e saem do sítio. Filinto leva as duas meninas para casa. Olivia acolhe Lara e Alice. Carlo passa a ser fortemente torturado pelos militares. O General Lobo Guerra repreende Filinto por ter levado Lara e Alice para a mansão da família Guerra. José Guerra pede o número de telefone de Maria Paixão. Na redação do Jornal, indignada, Dra. Marcela lê baixa de civil. Marina, dona do Jornal, aconselha Thiago a se cuidar, pois ele foi membro do partido Comunista. Dra. Marcela pergunta a Marina se ela sente algo por Thiago. Idealista, Nina diz aos integrantes do grupo de teatro que a única solução é partir para a luta armada. Carlo é colocado na cadeira do dragão, instrumento de tortura. Delegado Aranha diz que é a última chance que Carlo tem para falar algo sobre o Movimento Revolucionário. Odete começa a gritar desesperada ao ver o marido em tal situação. Jandira e Batistelli chegam à casa de Lúcia, mãe de Maria Paixão, mulher de Thiago. Os dois pedem ajuda. Thiago diz que é perigoso os dois ficarem em sua casa. Lúcia entrega dinheiro para Jandira e Batistelli fugir. Mário pergunta a Maria Paixão se ela ficou interessada no suposto João Mariano. Mário desconfia de que o suposto José Mariano é um militar infiltrado. Jandira e Batistelli deixam a casa de Lúcia e Thiago. O médico do exécrito, Dr. Ruy, examina Carlo. Odete implora para o médico salvar seu marido, que vai para o hospital. Maria fala para os estudantes que os militares deram o golpe, mas ela afirma que eles não podem deixar de resistir. Os policiais chegam no momento e alguns estudantes são espancados. Carlo entra em convulsão por conta dos choque elétricos.

Em Amor e Revolução, novela do SBT, de Tiago Santiago, com direção de Reynaldo Boury – ambientada no Rio de Janeiro e em São Paulo, a trama tem início com a Revolução de 1964 e perpassa pelo período mais obscuro da ditadura militar, os chamados anos de chumbo. “A intenção é narrar a história de personagens diretamente ligados ao tema da ditadura, seja a favor ou contra, como militares, guerrilheiros, torturadores, artistas, jornalistas, advogados e estudantes nos anos brutais da repressão. É possível que avancemos até a guerrilha do Araguaia, no começo da década de 70”, observa Tiago Santiago.

Amor e Revolução conta a grande história de amor vivida pelo militar José Guerra (Claudio Lins) e pela guerrilheira Maria Paixão (Graziela Schmitt), casal protagonista do folhetim. À primeira vista, o amor entre os dois é impossível, pois Maria (Graziela Schmitt) é líder do movimento estudantil e vai para a luta armada, e José Guerra (Claudio Lins) é um militar da Inteligência, contra a ditadura, democrata, porém filho de um general da linha-dura. Os dois têm rivais: o jovem dramaturgo de esquerda Mario Vieira (Gustavo Haddad) e a bela e glamurosa atriz Miriam (Thais Pacholek), e surpresas podem acontecer.

A história da luta armada pelos ideais da democracia e liberdade no Brasil tão vivida por Batistelli (Licurgo Spínola) e Jandira (Lúcia Veríssimo), casal coprotagonista de subversivos perseguidos pela repressão, desde o primeiro momento do golpe; a violência aos direitos humanos e abuso de poder por parte do delegado Aranha (Jayme Periard), do inspetor Fritz (Ernando Tiago), e dos militares Major Filinto (Nico Puig) e General Lobo Guerra (Reinaldo Gonzaga); a luta pela liberdade de expressão por meio da arte e da imprensa; a desagregação de famílias; a força de estudantes engajados que defendem a igualdade social no país; e as atrocidades cometidas contra os presos políticos são alguns dos temas abordados por Tiago Santiago em torno da trama central.

Amor e Revolução é uma novela dinâmica, com muita ação, fortes emoções, cenas de suspense, perseguições, tiroteios, torturas, ao lado de cenas românticas, heróicas e ternas, com toques de leveza e graça.

A novela levanta discussões sobre as mudanças comportamentais na década de 60, como a liberação da mulher após a pílula, o feminismo, o movimento hippie, a cena teatral e musical, as transformações provocadas pela moda, entre outras revoluções culturais dos anos 60.
“Vamos contar a história do Brasil em uma época de muita turbulência, mas que está praticamente esquecida ou é desconhecida pelas novas gerações. É uma novela intrigante, que vai despertar no telespectador a vontade de acompanhar um tema nunca debatido e exibido nas telenovelas”, enfatiza Reynaldo Boury.

Com elenco enxuto, o folhetim conta com 35 atores fixos, mas com várias participações episódicas, de um ou poucos capítulos. Os personagens de Amor e Revolução são puramente ficcionais, protagonistas de sua própria história; qualquer semelhança com pessoas da vida real é mera coincidência. “Houve muitos estudantes que foram para a luta armada, muitos militares que ficaram contra o golpe, muita gente na linha-dura e muitos torturadores. Não posso dizer que os personagens são inspirados em uma ou outra pessoa em particular. Ainda que haja coincidências, os personagens são ficcionais, simbólicos e têm vida própria”, explica Tiago Santiago.

Ao longo da novela os principais fatos históricos e imagens que marcaram o período repressor da ditadura são mencionados como pano de fundo da trama. Depoimentos de personagens reais que sofreram perseguições e torturas durante o regime ditatorial são exibidos ao final de cada capítulo de Amor e Revolução.

José Dirceu, Waldir Pires, Rose Nogueira, Denise Santana Fon, Antonio Carlos Fon, Maria Amélia Almeida Teles, Carlos Eugênio Paz, Luiz Carlos Prestes Filho, Ana Bursztyn, entre outros, gravaram relatos emocionantes e dramáticos, nos quais falam abertamente sobre esta obscura época da história do Brasil.

Além das gravações em estúdios e na cidade cenográfica do CDT Anhanguera, Amor e Revolução tem locações externas, com paisagens bucólicas e espaços históricos da cidade de São Paulo. Um sítio localizado em Santana do Parnaíba, na região metropolitana da capital paulista; uma fazenda de café, em Itu, interior de São Paulo; o Educandário Dom Duarte, na zona oeste da cidade; o Palácio dos Cedros no bairro do Ipiranga; e as Ruas do Comércio e XV de Novembro e o Largo São Franscisco, no centro da capital paulista, foram os espaços escolhidos para compor a narrativa de época de Amor e Revolução.

Imbuída de uma mensagem clara a favor da justiça, da democracia e da paz, a trama de Tiago Santiago faz uma releitura sobre um triste período da história do Brasil. A luta pelos ideais, o amor e a arte são os principais temas da novela.

Considerações sobre o período histórico de Amor e Revolução

A trama tem início em 1964, com intenção de narrar a história de personagens a favor ou contra a ditadura. O propósito do autor é fazer uma leitura entre os anos de 1964 a 1971, período mais brutal da repressão. Mas segundo Tiago Santiago existe a possibilidade de Amor e Revolução avançar até a guerrilha no Araguaia, no começo da década de 1970.

A cada capítulo de Amor e Revolução são narradas tramas imbricadas de verdadeiras batalhas pela democracia que entrelaçam a vida de personagens apaixonados em defesa da liberdade e igualdade.

Sucessos de Chico Buarque e Caetano Veloso na trilha sonora

Durante o período da ditadura militar, os grandes compositores e músicos burlavam os censores com letras repletas de trocadilhos e metáforas para as canções não serem vetadas. A música, como outras formas de expressão, era uma enorme ferramenta de protesto contra a repressão.
Com direção de Laércio Ferreira, em concordância com Tiago Santiago e Reynaldo Boury, a trilha sonora de Amor e Revolução é composta por grandes sucessos da MPB que marcaram a época do regime ditatorial.

A canção de abertura da novela é “Roda Viva”, composição de Chico Buarque, pelo grupo MPB4. Alguns sucessos da época ganharam releituras com novos intérpretes, como “Cálice”, cantada por Pitty; “Menino Bonito”, por Fernanda Takai; “Só Vou Gostar de Quem Gosta de Mim”, na voz de Dani Carlos; “Nossa Canção”, pela banda Vega; “José”, interpretada por Roberta Campos; “Carcará” na voz de Fafá de Belém, entre outros. Confira a trilha sonora de Amor e Revolução!

A Noite de Meu Bem – Dolores Duran
Alegria, Alegria – Caetano Veloso
Apesar de Você – Chico Buarque
Baby – Os Mutantes
Cálice – Chico Buarque part. Milton Nascimento
Cálice – Pitty
Carcará – Fafá de Belem
Coração de Papel – Ângela Márcia part. Sérgio Reis
Domingo no Parque – Gilberto Gil
En Silencio – Tiro Irakitan
Gita – Raul Seixas
London, London – Caetano Veloso
José – Rita Lee
José – Roberta Campos
Menino Bonito – Fernanda Takai
Ninguém Vive Sem Amor – The Fevers
Nossa Canção – Vega
O que Será (À Flor da Terra) – Chico Buarque part. Milton Nascimento
Opinião – Nara Leão
Preciso Aprender a Ser Só – Elis Regina
Roda Viva – MPB4
Só Vou Gostar de Quem Gosta de Mim – Dani Carlos
Universo no Teu Corpo – Taiguara
Viola Enluarada – Marcos Valle

 

 

Trama envolve luta contra a ditadura e romance

O SBT estreia dia 5, às 22h15, a novela “Amor e Revolução”, de Tiago Santiago, com direção de Reynaldo Boury. É a primeira trama ambientada na época da ditadura - a única produção nacional que já abordou o tema foi minissérie “Anos Rebeldes” (Globo/1992). “O amor terá lugar de destaque, mas a revolução é a novidade. A história da luta contra a ditadura militar vem se agregar a uma grande história de amor”, afirmou o autor.

A história tem início com a Revolução de 64 e atravessa os “anos de chumbo” no País. Além disto, o folhetim vai levantar questões sobre as mudanças comportamentais na década, como o feminismo, o movimento hippie, as revoluções culturais no teatro, na música e na moda. “É uma novela para todo mundo que queira conhecer um pouco mais da história do Brasil”, disse Santiago.

A trama central acontece em torno da história do militar da Inteligência José Guerra, personagem de Cláudio Lins, que se apaixona pela guerrilheira e líder estudantil Maria Paixão, vivida pela ex-Global Graziela Schmitt. Pela quinta vez protagonista, Cláudio disse que seu personagem, apesar de estar inserido em uma família de militares linha-dura - o pai é general e o irmão major, é um legalista, a favor da manutenção da democracia e que se apaixona por uma comunista.

O elenco reúne jovens atores e profissionais mais experientes, como o ator Cláudio Cavalcante, que está de volta à televisão após um hiato de dez anos, além de Mário Cardoso, Fátima Freire, Patrícia de Sabrit, Lui Mendes e Gabriela Alves.

Aos 35 anos de carreira, a atriz Gabriela Alves é outra regressa à teledramaturgia. Ela vai viver a militante Odete, casada com o revolucionário Carlo Fiel (Marcos Breda).